quinta-feira, 29 de maio de 2008

Vale do São Francisco - Agricultura de Sequeiro

Agricultura de Sequeiro

A Bacia tem 64 milhões de hectares, dos quais 40% são aproveitáveis em agricultura, portanto, 25,6 milhões de hectares.

A agricultura de sequeiro é praticada em todo o Vale, principalmente no Alto e Médio São Francisco, onde as chuvas são mais abundantes e regulares. O Submédio São Francisco é o que tem maiores limitações para esse tipo de atividade por estar toda a região incluída no sem-árido.

A parte inferior do Médio São Francisco já penetra no semi-árido, passando por problemas idênticos aos do Submédio.

Apesar disso, a região da Bacia do São Francisco detém algumas marcas:

Feijão

O Vale do São Francisco é o maior produtor de feijão (faseolus ou mulatinho) do Nordeste, graças à região de Irecê, na Bahia, cuja produção ultrapassa as necessidades do Nordeste e ainda exporta para o sul do país.

Em alguns anos há frustração, pois ali o feijão é cultivado em sequeiro, isto é, com chuvas, as quais sendo irregulares, provocam perdas em alguns anos.

A região denominada Platô de Irecê tem ótimos solos e engloba mais de 10 municípios, entre os quais o próprio Irecê, Presidente Dutra, Central, Uibaí, Lapão, Canal João Dourado, América Dourada, Ibititá, São Gabriel e outros, cobrindo uma área de 120.000 hectares, localizados entre os afluentes rio Verde e Jacaré.

Feijão (Vigna) - O Vale do afluente do Paramirim é grande produtor de feijão macassar, ou de corda. Sobressaem-se os municípios de Macaúbas, Ibipitanga, Rio do Pires e outros.

Algodão

É ainda o Vale do São Francisco o primeiro produtor de algodão, o qual é cultivado desde o Norte de minas, nos vales do Gorutuba, Verde Grande, Verde Pequeno, incluindo os municípios de Porteirinha, Mato Verde, Espinosa, Janaúba, Capitão Eneas e outros, e se espalha aí pela Bahia nos municípios de Sebastião Laranjeiras, Urandi, Palmas de Monte Alto, Guanambi, Riacho de Santana, Pindaí, Candiba, Malhada, Iuiu e outros.

Há nessa região grandes cotonicultores (plantadores de algodão) que chegam a plantar individualmente 4.000

hectares de algodão, utilizando para isto tecnologia moderna, como aviação agrícola.

A lavoura de algodão é grande demandante de mão-de-obra, gerando muitos empregos apesar da sazonalidade. Também gera crescimento industrial, para beneficiamento da fibra e extração de óleo.

Soja

O São Francisco é também o maior produtor de soja do Nordeste. Somente o oeste da Bahia, nos vales dos rios Grande e Corrente, é hoje responsável por 2,5% da produção nacional de grãos.

As duas regiões mais importantes na produção de soja no São Francisco são o oeste da Bahia e o oeste de Minas Gerais, onde em ambas predominam os solos de cerrado. Em Minas Gerais, nos cerrados dos Vales do Paracatu, Urucuia e Carinhanha, grandes áreas são plantadas com essa leguminosa, e na Bahia mais de 1 milhão de hectares são plantados anualmente.

Dado o alto grau de mecanização exigido, a soja é plantada em grandes áreas contínuas. Daí porque hoje os cerrados são detentores de grandes propriedades. A lavoura da soja na Bahia foi introduzida por famílias do Sul (Paraná e Rio Grande do Sul) que migraram em busca de terra. Cerca de 6.000 famílias ali se localizaram, adquirindo terras baratas, pois aquelas campinas de cerrado não tinham nenhum valor. Um grande aparato as acompanhou. Escritórios de planejamento e assistência técnica, empresas de revenda de máquinas, redes de restaurantes, oficinas, etc. Se nas suas cidades de origem a propriedade média dessas famílias era de 60 hectares, na Bahia, no São Francisco, o tamanho médio passou a 500 hectares.

A cidade de Barreiras saltou em 10 anos de 25 mil habitantes para 80 mil. O cerrado foi cortado por estradas e na sua planura ressaltam ao longe os reflexos do sol nos telhados de zinco dos grandes silos graneleiros instalados nas fazendas. 0 pequeno povoado de Mimoso do Oeste tornou-se a maior vila do Estado, onde todos os serviços, ou a maioria deles, eram administrados por uma cooperativa, desde a energia até a escola. De tão próspera a vila tornou-se cidade, recebendo o nome de Luís Eduardo Magalhães, filho falecido do grande político baiano Antônio Carlos Magalhães.

Milho

A lavoura de milho no São Francisco cresceu bastante com o advento da soja e conseqüente expansão da fronteira agrícola, o que praticamente triplicou a safra de volume.

É também praticada em sequeiro e em consequência do seu aumento outras atividades são atraídas para as regiões produtoras. Onde há abundância de milho e água, há sempre boas condições para a avicultura e suinocultura. Essas duas atividades já se iniciam por grandes empresas que se instalam no oeste da Bahia e de Minas Gerais, nos vales dos afluentes Rio Grande e Paracatu, respectivamente.

Arroz

O arroz antecede a soja, na abertura do plantio. Nos solos de cerrado não ocorre boa safra de soja, no primeiro ano, por conta da grande acidez do solo. Logo após o desmatamento é necessário aplicar calcáreo em cerca de 4.000 kg/ha, para corrigir a acidez. São grandes áreas de l.000 hectares em média que são plantadas com arroz como cultura desbravante, para evitar que a área fique descoberta, recebendo chuvas torrenciais, e sofra erosão. São 300 a 400 mil hectares, que produzem de 300 a 1.200 toneladas de arroz anualmente. Isso fez com que grandes equipamentos de beneficiamento fossem espalhados por toda a região.

Cultura de Subsistência

É do conhecimento de todos que o grande abastecedor interno é o pequeno produtor que vende o excedente do consumo, sendo no Vale do São Francisco muito importante essa lavoura, notadamente o feijão vigna ou feijão de corda, o mulatinho, o milho, o arroz, a batata doce e outras cultivadas de vazante e com chuvas locais.

Mandioca

A mandioca para produção de farinha é presente em todo pequeno estabelecimento agrícola do Nordeste, especialmente do Vale do São Francisco nas ilhas e terrenos de vazante. É a principal atividade dos pequenos produtores. Diz-se que a farinha do Vale tem uma variação muito grande de qualidade, de ano para ano, porque o aproveitamento da mandioca depende muito da enchente. Por ser plantada nas vazantes principalmente das ilhas em anos de enchentes grandes, os agricultores são obrigados a arrancar toda a mandioca de uma vez, ficando muita quantidade amontoada para ser beneficiada, o que tira a qualidade do produto. É a alimentação básica do ribeirinho e do caatingueiro.

Vale do São Francisco - Irrigação Privada

Irrigação Privada

É sem dúvida a irrigação privada que vem impulsionando o desenvolvimento do São Francisco. Notaliza-se principalmente pela produção de vinhos finos na área de Casa Nova, Juazeiro, Petrolina e Santa Maria da Boa Vista. O vinho da marca Baticcelli produzido pela Fazenda Milano, no município de Santa Maria da Boa Vísta-PE, está classificado entre os melhores do Brasil. Também é a irrigação praticada com alta tecnologia pela empresa privada, a responsável pela exportação de mangas finas, uvas brancas, aspargos e outras hortaliças que, no ano passado somaram 50 milhões de dólares. É bastante significativa a grande irrigação privada. Inúmeras são as grandes empresas com 1.000 a 2.000 hectares irrigados, principalmente com pivôs centrais nos vales do Paracatu, em Minas Gerais, no vale do rio Grande, na Bahia e também no rio Corrente no mesmo Estado. No rio Corrente sómente a empresa Artesc dispõe de 1.800 hectares com 22 pivôs centrais e são inúmeras nesse porte. Há empresas no vale do rio Grande-BA que dispõem de sua própria hidroelétrica e suas indústrias, nas próprias fazendas de esmagamento de tomate e de amido de mandioca.

Vale do São Francisco

Solos para Irrigação

Segundo levantamento feito pelo Governo, a Bacia do São Francisco dispõe de 3.000.000 (três milhões) de hectares de solos possíveis de serem irrigados. Esse número, muito importante, é uma cifra muito grande quando se trata de irrigação. O Brasil é um país que, embora rico em água, ainda irriga pouco. Não se sabe exatamente, porém, a grosso modo, o São Francisco dispõe de 300.000 (trezentos mil) hectares irrigados, o que significa apenas 10% do potencial de solos para irrigação. Isto é, das terras onde é possível colocar água, apenas a décima parte está aproveitada, assim mesmo feitas pelo governo são apenas 74.000 (setenta e quatro mil) hectares, ou seja, em torno de 2,5% do total ou 2,5% do que já está irrigado é iniciativa do governo. A grande força é do empresariado, dos médios e pequenos irrigantes.

Apesar do São Francisco, a Bacia tem em torno de 63% no polígono das secas, onde a população sofre por falta de produção e de água.

sábado, 17 de maio de 2008

O poder da cura : Limão


O FLORAL DO LIMÃO


Outro tratamento alternativo no qual aparece o nosso famoso limão, sendo que os efeitos curativos são proporcionados agora pelas propriedades sutis que contêm as flores do limoeiro.

Os "remédios florais" são infusões naturais ou essências florais extraídas de flores imersas em água pura sob a irradiação da energia solar. O interessante é que a flor é a parte mais sutil de uma planta, e a proposta desta terapia alternativa e integrativa é que a essência floral trate exatamente a parte mais sutil do Ser humano, que é a sua Alma.

Os florais não atuam por obra de um princípio ativo - como nos remédios alopáticos - e sim por intermédio da energia vital específica de cada flor e a planta que a gerou. O remédio floral atua sobre os estados emocionais, fazendo com que o indivíduo desbloqueie alguns padrões de comportamento cristalizados (conscientes ou não), facilitando que passe a agir em ressonância com uma vibração mais positiva e construtiva.

Os primeiros florais foram os criados pelo Dr. Bach, entre 1926 a 1934, que esperava que cada Ser humano pudesse finalmente descobrir dentro de si a verdadeira origem dos males que o afligiam, indo buscar antes a causa e não o efeito, procurando nas emoções e na mente - na Alma - as desarmonias que o bloqueiam em sua evolução.

A Terapia Floral é suave e não invasiva, e afirma que não existem doenças e sim doentes, e a remoção consciente das emoções desarmoniosas, dos preconceitos e dos traumas é o verdadeiro método de cura. A doença é evitável quando a Alma encontra-se desempenhando sua missão.

Segundo o Dr. Bach, as doenças básicas do Ser humano são o orgulho, ódio, crueldade, egoísmo, ignorância, instabilidade e ambição. A persistência nestes desvios, após ciência de sua natureza nociva, ocasiona no corpo o que se convencionou chamar de doença.

É fundamental procurar tratar primeiramente os sintomas mais graves e, no decorrer do tratamento, os aspectos secundários serão também harmonizados. Isso é normal, visto que a maioria das desarmonias se encontram no inconsciente, e é justamente aí que as essências florais irão atuar.

Onde se aplica o Floral do Limão?

Veja o que fala a autora Neide Margonari, famosa por seus cursos e atendimentos com florais: "Indicado para a personalidade amarga, de índole destrutiva, o Floral do Limão trabalha o despertar da consciência com relação ao sofrimento que provocamos em nós e nos outros com essas atitudes negativas".

Útil também para a personalidade que carrega a tristeza, a mágoa e o sentimento da amargura.

O valor terapêutico do Floral do Limão é enorme, por ser um poderoso depurativo do sangue, com ação rápida na cura dos problemas gerados pela baixa resistência imunológica, realizando um tratamento preventivo em pessoas propensas a quadros infecciosos.

Sem dúvida, ele interfere e trata desequilíbrios emocionais já cristalizados no corpo físico, ajudando na dissolução de cristais de ácido úrico, como também na de cálculos biliares ou vesicais.

Como ele trabalha o positivismo e bom astral, apresenta bons resultados em processos de convalescença.

O Floral do Limão atua beneficamente em mais de cento e cinqüenta doenças. Para se ter uma idéia, basta observar a relação que algumas enfermidades têm com desequilíbrios emocionais, que são: problemas de pele, hemorragias, acidez em geral, distúrbios nervosos e digestivos, mau hálito, gengivite, insônia, esterilidade, anemia, bócio, caspa, amenorréia, amidalite, angina do peito, distúrbios cardiovasculares e de pele, artritismo e gota, cãibras, congestão geral, diabetes, etc.

A diferença neste tipo de tratamento é que ele acontece de forma muito sutil, através do uso do Floral do Limão Cravo que componho com o Floral da Laranja Pêra, que irá trabalhar aspectos da criança interna.

Além disso, considero prudente, integrar a terapia Floral com outras técnicas terapêuticas, pois a desintoxicação do corpo físico e dos bloqueios emocionais e mentais é acelerada pelo uso do Floral do Limão, principalmente se associado com a Aromaterapia e a Cromoterapia.

Caso você conheça um bom profissional desta área, apresente algum destes distúrbios, e recomendo que solicite um Floral que contenha em sua fórmula o Floral do Limão.

Lembre-se: mesmo que a doença pareça cruel, ela no fundo existe para fornecer uma informação importante sobre quais pontos da nossa personalidade devem ser verificados e harmonizados. A doença é um mestre.


A Cura através das frutas


AMORA-PRETA: UMA FRUTA ANTIOXIDANTE


A amoreira-preta (Rubus sp.), apesar de ser nativa da Ásia, Europa, América do Norte e América do Sul, cresce apenas em regiões determinadas de acordo com o clima ideal para o seu desenvolvimento. A amoreira-preta é uma espécie arbustiva de porte ereto ou rasteiro, geralmente dotada de espinhos e a coloração das flores varia do branco ao rosa. Produz um fruto agregado, a amora-preta, composto por frutículas e sua coloração pode variar do branco ao negro, e a sua casca é brilhante, lisa e frágil, quando madura. A amora-preta pode facilmente ser confundida com a framboesa, mas esta tem o centro oco, enquanto a primeira tem um coração esbranquiçado.

A amora-preta in natura é altamente nutritiva. Da sua composição fazem parte a água (85%), as proteínas, as fibras, os lipídeos e também os carboidratos. Também possui cálcio, fósforo, potássio, magnésio, ferro, selênio e várias vitaminas, no entanto, é uma fruta de baixo valor calórico, apenas 52 calorias em 100 gramas de fruta. Vários tipos de açúcares e ácidos fazem parte da composição desta fruta, sendo que o balanço entre acidez e sólidos solúveis é que dá o seu delicioso sabor característico.

Ainda na amora-preta, são encontradas outras substâncias como os fitoquímicos, ou compostos secundários. Estas substâncias são produzidas naturalmente pelas plantas para se protegerem do ataque de pragas e doenças, e também ajudam a planta a resistir a condições adversas do ambiente. Muitos destes fitoquímicos atuam na prevenção e no combate de doenças crônicas como o câncer e as doenças cardiovasculares. Exemplos de fitoquímicos encontrados em amora-preta são as antocianinas, que dão a coloração vermelha e roxa das frutas, os carotenóides que são responsáveis pela coloração laranjada, e ainda, existem vários outros fitoquímicos que não apresentam cor como os ácidos fenólicos, por exemplo, mas são de grande importância para a saúde. A concentração destes fitoquímicos em amora-preta pode variar de acordo com a cultivar, o ambiente, o ponto de maturação, o armazenamento e o processamento.

Os estudos realizados ao redor do mundo vêm demostrando que o consumo de frutas e hortaliças está relacionado à prevenção das doenças crônicas, provavelmente, devido ao aumento no consumo de compostos antioxidantes. A amora-preta apresenta uma alta atividade antioxidante, se comparada ao mirtilo, que é uma fruta bastante estudada e muito utilizada como padrão de comparação. O nosso corpo é exposto diariamente a diversos fatores que podem levar a mutações celulares, através de fatores internos, como radicais livres que se formam durante a nossa respiração, ou externos, como poluição, raios solares, tabaco, álcool, etc. Os compostos antioxidantes encontrados em algumas frutas e hortaliças conseguem ajudar as células do organismo a se protegerem das mutações, que é o primeiro passo para a formação de um algum tipo de câncer.

Existem estudos que mostram o poder do extrato de amora-preta na prevenção e combate do câncer de útero, cólon, boca, mama, próstata e pulmão. O extrato de amora-preta previne ainda a formação da metástase, ou seja, evita que o câncer se espalhe e se instale em outros órgãos. Também foi observado um efeito antiinflamatório do extrato de amora-preta, o que não deixa de ser interessante, já que se acredita que o câncer está relacionado a um processo de inflamação crônica.

Mas quantas amoras-pretas devemos consumir ao dia? Quanto nosso corpo consegue absorver e utilizar? Estas são questões ainda difíceis de responder. O que se sabe é que, após consumir a amora-preta, os fitoquímicos são absorvidos, metabolizados e distribuídos em diferentes tecidos/órgãos do corpo, sendo que já foram encontrados nos tecidos do estômago, jejuno, fígado, rins, plasma e até no cérebro.

E como ficam os fitoquímicos quando as amoras-pretas são processadas? O processamento das frutas da amoreira-preta é uma forma de agregar valor ao produto, melhorando a renda dos fruticultores, sendo a sua transformação em geléias, sucos, iogurtes, sorvetes as formas mais comuns de consumir esta fruta. Após o processamento, há dúvidas quanto à manutenção dos fitoquímicos encontrados na fruta in natura. Sabe-se que ocorre uma perda de antocianinas no processo de fabricação da geléia de amora-preta em relação aos valores encontrados na polpa, e esta perda continua durante o armazenamento dos vidros de geléias através do tempo, mas, mesmo assim, a geléia da amora-preta ainda é considerada uma boa fonte de fitoquímicos antioxidantes.

A Embrapa Clima Temperado tem grande interesse no desenvolvimento da cultura da amoreira-preta na Região Sul e no Brasil. Neste contexto, é mantido na Unidade um programa de melhoramento de pequenas frutas, onde a amora-preta está inserida. Além da seleção de novas cultivares, desenvolvem-se ações relacionadas à produção de mudas, manejo da planta, armazenamento, processamento e caracterização funcional da fruta. O que se espera é caracterizar as cultivares que estão sendo comercializadas e também auxiliar no processo de seleção de novas cultivares, visando frutas de alta qualidade e alto valor nutricional e funcional. A amora-preta já é considerada uma fruta funcional, ou seja, além das características nutricionais básicas, quando consumida como parte usual da dieta, produz efeito fisiológico/metabólico ou efeito benéfico a saúde humana, devendo ser segura para consumo sem supervisão médica. O consumo de frutas e hortaliças, como a amora-preta, em conjunto com um estilo de vida saudável, incluindo dieta equilibrada e exercícios físicos, pode prevenir alguns tipos de doenças.